Realidade
Em vigor desde 2004 na Administração Central e desde 2006 na Administração Local, o SIADAP – Sistema de Avaliação da Administração Pública Portuguesa – veio acompanhado da introdução de um paradigma gestionário para o setor público. Este tem como finalidade major, a obtenção de resultados efetivos de melhoria e desenvolvimento dos Serviços e das pessoas.
A forma de implementação do SIADAP (e as suas condições prévias) condicionam fortemente a realidade da avaliação e a efetividade do sistema. Exemplificando: há que ter presente que uma resposta burocrático-administrativa não é suficiente para se fazer cumprir a legislação SIADAP, nem tão pouco alcançar, satisfatoriamente, as finalidades previstas. O SIADAP exige uma resposta gestionária integrada.
A nossa experiência, ao longo de 20 anos, em permanente contato com a realidade do SIADAP, permite-nos afirmar que o provimento de competências gestionárias gera, em muito, condições favoráveis à implementação e ao sucesso deste Sistema de Avaliação.
Em contraponto, sempre que impera a ausência de competências gestionários nos intervenientes principais (avaliadores, em particular), em regra, verifica-se a inoperacionalidade das atividades e dos procedimentos gestionário previstos, tais como: I) Definição SMART e em cascata de objetivos (SIADAP 1, 2 e 3); II) Operacionalização, em conformidade dos Indicadores de Medida e Critérios de Superação dos Objetivo (SIADAP 1, 2 e 3); III) Monitorização dos objetivos (SIADAP 1, 2 e 3) e das competências (SIADAP 2 e 3); IV) Feedback, revisão de objetivos e planos de melhoria; e V) Apresentação de resultados de desempenho acompanhados de evidências (SIADAP 1, 2 e 3).
Soluções
O retrato do SIADAP, de uma forma geral, apresenta-nos um vasto campo de melhoria. Inquestionavelmente, muito há a fazer em matéria de otimização do Sistema de Avaliação nos nossos Organismos Públicos.
A solução passa, nomeadamente, por colmatar a ausência das atividades gestionárias (essenciais) ao longo do processo avaliativo anual (planeamento, monitorização, feedback, etc.). Ou das suas imprecisões, procedendo a acertos e correções.
Contudo, para que as práticas gestionárias sejam levadas a cabo, em alinhamento com o plano de avaliação anual – há que, antes de mais, garantir a adequada capacitação dos vários intervenientes, em competências-chave de gestão e avaliação do desempenho.
O nosso foco: treino e feedback de competências de avaliação.
Metodologias
As intervenções formativas da EXPANSÃO H, nesta área do conhecimento, visam a melhoria e o desenvolvimento de competências críticas, tais como: “Operacionalização de Objetivos”; “Definição de Indicadores de Medida e Critérios de Superação; “Elaboração de Instrumentos de Monitorização de Objetivos”; e “Elaboração de Instrumentos de Monitorização de Competências”.
Os cursos de SIADAP da EXPANSÃO H assentam em metodologias práticas e reflexivas (incluindo o treino e feedback de competências), as quais garantem uma efetiva e sustentada capacitação dos participantes.
A parte prática da nossa formação NÃO se traduz em exercícios práticos sobre teorias ou conhecimentos (“estudos de caso” e outros).
A nossa formação na área de SIADAP trabalha, diretamente e de forma personalizada, competências práticas, atendendo ás necessidades específicas do grupo e de cada participante.
O “saber-saber” (imprescindível) surge valorizado em circunstâncias específicas, ao longo da formação.
FAZEMOS DIFERENTE, FAZEMOS MELHOR!
CURSOS DE SIADAP
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